E-Posters

E-POSTERS

 

Título: «Estórias (im)prováveis». Concurso de escrita criativa    

Alexandra Falcão - Diretora do Museu de Lamego

 

Público-Alvo: 2.º e 3.º ciclos do Ensino Básico e Ensino Secundário


Descrição

Iiniciativa que parte da ligação entre Escrita e Arte, como forma de aproximação dos mais novos ao objeto artístico e ao património. Estimular a criatividade e imaginação e promover sentimentos de pertença e a apropriação do património, por meio da leitura e da escrita, inscrevem-se com principais objetivos do concurso, organizado anualmente pelo Museu de Lamego e a Rede de Bibliotecas de Lamego. Depois da primeira edição ter sido dedicada em exclusivo às obras de arte do museu, como inspiração para a criação de textos narrativos em prosa ou verso, a segunda privilegiou um formato que se estendeu pelos monumentos da cidade. Como resultado, um maior número de Estórias [im]prováveis a concurso e uma maior abrangência do património local representado O concurso foi pretexto para uma diversidade de iniciativas realizadas durante o período em que este decorreu.  Desde logo, a sessão de apresentação, que propiciou o encontro de alunos do Agrupamento de Escolas Latino Coelho com Tiago Salazar, numa Conversa sobre escrita criativa, no início do ano letivo.  Posteriormente, em abril, o concurso seria pretexto para uma Conversa [im]provável sobre Arte e Literatura, que reuniu os escritores Maria do Rosário Pedreira, Alexandre Hoffmann Castela e, de novo, Tiago Salazar, numa reunião zoom, com transmissão na página do facebook do museu organizada no âmbito da programação da Semana da Leitura. Às conversas sucederam-se as Visitas [im]prováveis motivadas por um novo olhar que nos trouxe, sobre a coleção de pintura europeia, Alexandre Hoffmann Castela, o convidado para conduzir a primeira visita. Na seguinte, foram os participantes do concurso, que se inspiraram nas obras de arte do museu, a orientar o público por um percurso de redescoberta por toda a exposição permanente, a partir das narrativas que criaram. O anúncio e entrega de prémios teve lugar em maio, numa sessão realizada no Museu de Lamego, que contou com o apoio da Leya e participação especial de Tiago Salazar, por serem de sua autoria os livros que receberam os alunos premiados.
Num desdobramento feliz da 2.ª edição do concurso, no final do ano letivo teve lugar a Exposição [im]provável, corolário do projeto educativo, desenvolvido em contexto de sala de aula, que teve o Museu de Lamego e as suas coleções como tema e esteve na origem da produção de vídeos, e-books, bandas desenhadas, postais pop-up, sopas de letras e crucigramas, que ocuparam a sala de exposições temporárias em junho passado. A publicação de um e-book reúne todos os textos a concurso e atividades complementares.



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Título: Leituras com fantoches


Maria da Luz de Azevedo Nunes Maia, professora bibliotecária
Natália Gameiro e Sara Cardoso - Encarregadas de Educação

Escola Básica 2,3 D. Dinis/Agrupamento de Escolas D. Dinis, Leiria



Público-Alvo: Pré-escolar,1º ciclo e 2º ciclo


Descrição

No âmbito do envolvimento e mobilização dos pais, encarregados de educação e famílias, a Biblioteca Escolar D. Dinis – Escola Básica 2, 3 D. Dinis | Agrupamento de Escolas D. Dinis – Leiria, contou com a colaboração da Encarregada de Educação Natália Gameiro (Fantoches da Natália) e Sara Cardoso, para a criação de um Clube de Fantoches, para alunos do 2.º ciclo.
No decorrer das sessões, os alunos aprenderam a arte de manipular os fantoches desde o sincronizar o movimento da boca do fantoche com a voz do manipulador até o movimentar as varas de modo que os braços não fiquem pendurados, e assim o fantoche ganhar vida.
Em articulação com a Biblioteca Escolar (BE), foi elaborada uma adaptação da história "Meninos de todas as cores", de Luísa Ducla Soares, para ser apresentada pelos alunos do clube aos alunos do Pré-escolar, no âmbito da Semana da Leitura.
Os alunos do clube trabalharam o texto, treinaram a leitura em voz alta, estudaram as personagens e suas personalidades, e deram voz aos fantoches.
Assistiram ao ensaio geral, os alunos do 1º ciclo da Escola Básica do Arrabalde, por se encontrarem a visitar a EB D. Dinis, no âmbito de uma atividade interturmas sobre a temática da interculturalidade, elaborada em Cidadania e Desenvolvimento, pelos alunos do 7º ano, em articulação com a BE.
A apresentação final do Teatro de Fantoches decorreu no Jardim de Infância dos Capuchos. Os alunos do Pré-escolar estiveram muito atentos à história e responderam às questões que os alunos do Clube de Fantoches fizeram sobre a mesma.
As circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19 não permitiram continuar as atividades do Clube de Fantoches com os alunos. Os Pais e Encarregados de Educação que voluntariamente articularam com a BE têm colaborado de uma forma contínua, reinventando-se no digital para dar resposta perante as condicionantes da pandemia.

 

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Título: A expressão plástica aplicada nas parcerias entre a BE e diferentes disciplinas


Margarida Rosa Sousa Borges de Frias Ferreira, professora bibliotecária
Paulo Alves - professor da equipa da Biblioteca Escolar

EB 2,3 José Saraiva, Agrupamento de Escolas Domingos Sequeira,Leiria

 

Público-Alvo: 6º ano


Descrição

Ao longo dos anos, a Biblioteca Escolar José Saraiva tem procurado envolver a comunidade escolar, associação de pais e parceiros exteriores à escola e desenvolver um trabalho colaborativo com todos estes elementos.
Celebração de datas comemorativas, conteúdos programáticos de diferentes disciplinas, atividades de leitura e de escrita criativa, entre outros momentos, são pretexto para articular o trabalho da Biblioteca com o da sala de aula, daí resultando os mais diversos produtos/recursos que animam exposições, cativam o público em geral e até podem culminar em votação e prémios.
O e-poster que apresentamos divulga uma pequena mostra de atividades, realizadas em diferentes anos letivos, nomeadamente:
- Painel comemorativo do Dia Europeu do Mar, em parceria com o grupo da Educação Especial e respetivos alunos, outros discentes do 6.º ano, no âmbito da disciplina de Português, e elementos da equipa da Biblioteca;
- “Fundo do mar”, poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, foi ouvido e analisado na Biblioteca, dando origem a uma exposição de ilustrações e um ebook sobre os seres imaginários que poderão habitar o fundo do mar, nas aulas de Educação Visual;
- A exposição sobre a História do vestuário, um tema abordado na disciplina de História e Geografia de Portugal e que implicou pesquisas na Biblioteca, resultou da criatividade de pequenos artífices do 6.º ano.
Muito mais haveria para mostrar e fica apenas um cheirinho de “A árvore da imaginação”, ilustrações inspiradas num dos trabalhos de Escher; Símbolos de Portugal e Instrumentos musicais.



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Título: Geometricamente contando...

Maria José Vale Almeida Silva, professora bibliotecária

Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo

 

Público-Alvo: 3º,4º e 10º ano


Descrição

Geometricamente contando…
Conta uma experiência curricular, promovida pela Biblioteca Escolar, que envolveu turmas do 3º, 4º e 10º anos de escolaridade, que decorreu no âmbito das comemorações do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares e a partir do seu lema “Contos de Fadas e Contos Tradicionais de Todo o Mundo”.
Neste contexto, a Biblioteca Escolar desafiou uma turma do 10º ano a relembrar e contar os contos tradicionais, mobilizando os conteúdos da disciplina de Desenho A. A atividade foi complementada com leituras visuais de alguns pintores/escultores como: Pieter Mondrian, Joan Miró, Alexander Calder.
As turmas do 3º e 4º anos de escolaridade, por sua vez, foram desafiadas a recontar, por escrito, as narrativas visuais criadas pelos colegas do 10º ano, bem como a conhecer a obra dos pintores/escultores.
As atividades, ainda em desenvolvimento, mobilizam domínios das Aprendizagens Essencias e Áreas de Competências do Perfil dos Alunos, e serão concluídas com a construção de e-books relativos a cada um dos contos tradicionais.
No que concerne às Aprendizagens Essenciais, o 3º e 4º anos de escolaridade, exercitaram o Domínio da Oralidade (Compreensão - Interpretar o essencial de discursos orais sobre temas conhecidos; Expressão - Planear, produzir e avaliar os seus próprios textos orais); e o Domínio da Escrita (Registar e organizar ideias na planificação de textos estruturados com introdução, desenvolvimento e conclusão; Redigir textos com utilização correta das formas de representação escrita).
O 10º ano de escolaridade explorou o Domínio da Apropriação e Reflexão (Conhecer diversas formas de registo - desenho de observação, de memória e elaborados a partir do imaginário - explorando-as de diferentes modos, através do desenho de contorno, de detalhe, gestual, orgânico, automático, geométrico, objetivo/subjetivo, figurativo/abstrato, esquisso e esboço, entre outros) e Interpretação e Comunicação (Adequar as formulações expressivas à sua intencionalidade comunicativa e a públicos diferenciados). As Áreas de Competências do Perfil dos Alunos contempladas foram: A – Linguagens e textos; B – Informação e comunicação; D – Pensamento critico e criativo; H – Sensibilidade estética e artística.

 

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Título: Arte como ADN do AEDS (3AAA)

Natália  Maria Antunes Caseiro, professora bibliotecária
ES Domingos Sequeira, Agrupamento de Escolas Domingos Sequeira, Leiria

 

Público-Alvo: Pré-Escolar a Ensino Secundário


Descrição

Arte como ADN do AEDS - 3AAA - é o nome do Projeto Cultural de Escola que integra o Plano Nacional das Artes do Agrupamento de Escolas Domingos Sequeira. É seu propósito criar uma dinâmica cultural que revitalize o passado artístico da escola sede, evocando figuras da sua história e da cidade, num programa que será pretexto para desenvolver nos alunos práticas artísticas em diferentes expressões. Em torno desta proposta artística e cultural, aglutinam-se outros planos culturais do Agrupamento – Plano Nacional de Leitura e Plano Nacional de Cinema - e ainda organizações parceiras fora da escola, representativas da vida cultural da cidade.
LINHAS (possíveis) DE CONCRETIZAÇÃO DO PROJETO
O projeto apresenta 7 linhas de concretização, como um catálogo flexível de opções, que serão escolhidas ano a ano, de acordo com as condições curriculares existentes e a reflexão feita pelas Comissões Consultivas Interna e Externa do projeto. Também relativamente aos alunos envolvidos, haverá flexibilidade no envolvimento de alunos do Agrupamento nas atividades organizadas e centradas no património artístico e cultural da escola sede.
As sete linhas de intervenção são:
A. Linha FUNDACIONAL “Domingos Sequeira &C.ª” | pintura e desenho, centrada no patrono da instituição – Domingos Sequeira
B. Linha CINÉFILA “Campus Curtas” sobre cinema e no cineasta pioneiro de documentários – António Campos
C. Linha ROTEIRO “Korrodi-Leiria” | arquitetura, fotografia, roteiro, sobre a figura do professor-diretor-arquiteto – Ernesto Korrodi
D. Linha OFICINAL “Artes e Ofícios” | ofícios e profissionais tradicionais, escultura e centrada na arte da Cantaria, dominante nos primeiros currículos da ESDS
E. Linha INTERARTES “Nós” | escrita, teatro e centrada no quadro de Lino António “Nós” que representa o grupo de modernistas leirienses que lecionavam na ESDS na primeira metade do século XX
G. Linha BD “Wânia” | escrita, banda desenhada e centrada no álbum de BD de Nelson Dias e Augusto Mota “Wânia”
H. Linha ESCULT(URAL)ÓRICA “Arte Pública” | desenho, escultura e centrada na obra escultórica do artista leiriense Fernando Marques, ex-professor da ESDS
São coordenadoras do projeto as docentes Paula Marques da Escola José Saraiva e Natália Caseiro da Escola Secundária Domingos Sequeira.



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Título: A Escola como Pólo Cultural para a Comunidade- Livros e Artes como pontos de partida

 

Patrícia Filipa Ribeiro Martins, Técnico Superior de Animação Cultural / Mediação Cultural

 

AE de Marrazes, Leiria

 

Público-Alvo: Pré-escolar ao 3º ciclo


Descrição

Esta partilha centra-se numa crença forte de que o mediador cultural em contexto escolar e comunitário pode constituir-se como um agente de mudança, unificador e de articulação entre vários agentes educativos.No universo do AEM o mediador cultural centra o âmago do seu trabalho tendo o livro e as artes como dispositivos para a realização de atividades transversais a todos os ciclos e departamentos do AEM, bem como a relação com as famílias e com a comunidade. 
São desenvolvidas parcerias, relações de afeto e acreditamos nós que a transformação poderá acontecer por intermédio de processos participativos e colaborativos, envolvendo todos através de um projeto unificador. O todo será sempre mais do que a soma das partes, aqui todas as peças são fundamentais na engrenagem e todas são parte desse algo maior que queremos construir.
No caso apresentado as atividades refletem algumas atividades inspiradas nos livros Diário de Um Migrante de Maria Inês Almeida, Declaração Universal dos Direitos Humanos, e O
Rosto de Valter Hugo Mãe. Pretende-se por intermédio destes dispositivos, ou outros pertinentes criar espaços de diálogo e de partilha, em que cada um pode dar a sua opinião e criar livremente e aceitar-se como é, numa lógica em que se aceita a opinião do outro e se valoriza a pluralidade de culturas e opiniões, valorizando a hospitalidade e a empatia.
Estes projetos constituem-se como sementes para a implementação do Plano Cultural do Agrupamento de Escolas de Marrazes, UMA CASA COM TODOS, em articulação com parceiros, Plano Nacional das Artes e Municipio de Leiria, mas também em articulação com a REEI-Rede de Escolas Para a Educação Intercultural, Rede de Escolas Associadas da UNESCO, Projeto Includ-ED, e mais recentemente inspiradas na metodologia UBUNTU e acontecem fruto do empenho de uma equipa de coração grande e vontade inesgotável, coordenadas pela Mediadora Cultural Patrícia Martins, pelo apoio da direção do AEM e por uma rede de parceiros que acredita no nosso trabalho. Porque somos feitos de layers uns dos outros, muito obrigada a todos e a todas, pela atenção para esta partilha! Bem-hajam!




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Título: Jardim das Histórias

Rita Justino Marques, bibliotecária

Casa Museu - Centro Cultural João Soares, Leiria

 

Público-Alvo: Famílias com crianças dos 3 aos 10 anos de idade


Descrição

Biblioteca da Casa Museu. Centro Cultural João Soares

Inaugurada em 17 de novembro de 1998, a Biblioteca da Casa Museu João Soares reúne um acervo bibliográfico de cerca de 25.000 títulos, integrado no espaço museológico da antiga casa de João Lopes Soares (1878 1970), pedadogo, político durante a Primeira República e opositor da Ditadura . Na Casa Museu João Soares, encontra se patente a exposição “ Século XX português: Os Caminhos da Democracia João Soares / Mário Soares “ e tem um amplo jardim da autoria do arquiteto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles.
Desde a abertura da Biblioteca, de acesso livre para a comunidade, que o Serviço Educativo da Casa Museu tem orientado a sua atuação para a concretização de objetivos 
relacionados com a promoção do livro e mediação da leitura junto das escolas e jardins de infância da proximidade, numa colaboração alicerçada na partilha de um plano de atividades com os docentes. Denominado de I.S.B.N. ( Itinerâncias e Sonhos no Baú das Narrativas ), o programa inclui visitas regulares aos estabelecimentos de ensino para a dinamização de horas do conto e o empréstimo de baús com cerca de 25 livros para cada turma participante . Estes encontros nas escolas tem ainda proporcionado a oportunidade de realizar projetos, tais como “Heróis do Museu” em parceria com o Museu da Comunidade Concelhia da Batalha e “Passaporte do Leitor” na Biblioteca Escolar da Escola Básica 2, 3 José Saraiva , projeto apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian. Desde 2016 que a Biblioteca João Soares integra a Rede de Bibliotecas de Leiria. 

Jardim das Histórias 

A prática que queremos partilhar neste XIV Encontro de Bibliotecas Escolares designa-se de Jardim das Histórias e insere-se no plano de atividades da Casa Museu João Soares, definido para 2021.

Metodologia:

Com uma temática definida para cada manhã de domingo, as atividades propostas tinham como objetivo proporcionar um contacto próximo com livros e leituras, integrando dinâmicas diversas no espaço do jardim da Casa Museu. Em 18 de abril, a primeira sessão “Mapas de Histórias” iniciava-se com um jogo de pistas, “Histórias à solta”, no qual as crianças procuraram personagens dos livros, escondidas no jardim, permitindo observar e identificar diferentes formas de Ilustração. Entre as atividades apresentadas, salientavam-se diferentes jogos de pistas com códigos de leitura QR que orientavam o percurso rumo à Biblioteca João Soares. Puzzles com capas de livros e origamis completaram as atividades propostas pelo Jardim das Histórias às famílias.
No domingo, 25 de abril de 2021, a temática da Revolução da Liberdade foi apresentada aos mais novos com recurso a diversas atividades educativas. Partindo da leitura de livros, as crianças participaram, juntamente com os encarregados de educação, em jogos que demonstravam as diferenças entre ditadura e democracia, assinalando o caminho estabelecido para a Liberdade e Democracia, em Portugal, desde o 25 de Abril de 1974.
O programa incluiu uma abordagem aos símbolos da Revolução, tais como a música e os cravos vermelhos, com atividades de expressão plástica. Em maio de 2021 o Jardim das Histórias incluiu uma sessão comemorativa do Dia Internacional dos Museus.

Aspetos positivos da sua implementação: A implementação deste programa reforçou a convicção da importância que o envolvimento das famílias e comunidade educativa têm na promoção de hábitos de leitura. As temáticas selecionadas para estas sessões partiram de uma escolha e oferta diversificada de sugestões de leitura e a integração de pausas para momentos de ligação através da partilha de histórias. A adesão da comunidade refletiu-se no incremento do número de participantes com uma divulgação que envolvia um
passar da palavra entre famílias e a escola.

Recursos utilizados: Livros, mapas das atividades e outros recursos da Biblioteca

Condicionantes verificados na implementação: Realizado num ano marcado por necessárias medidas de segurança pelo contexto de pandemia, o número de participantes teve que se adaptar às circunstâncias.

Resultados alcançados: Este programa permitiu granjear novos leitores/utilizadores para a Biblioteca João Soares e reforçar a ligação da Casa Museu junto da comunidade  educativa e das famílias participantes, dando a conhecer o seu espólio e proporcionando a fruição de momentos em família em torno do livro e da leitura.
A integração do jardim como palco privilegiado de atividades manteve-se ao longo do ano com uma oferta cultural diversificada , que culminou na realização do Festival “A poesia está na rua” em setembro de 2021 e que reuniu agentes culturais regionais e a comunidade local para a realização de espetáculos de teatro e música, debates, cinema ao ar livre e oficinas criativas para famílias em torno da temática da poesia, liberdade e democracia.

Perspetivas de desenvolvimento: Em 2022, perspetiva-se a continuação do programa Jardim das Histórias sempre assente na valorização da Leitura, do Património e da Cultura Cidadã. A recetividade positiva que este programa obteve junto da comunidade demonstrou a importância da partilha de momentos de leitura em família, beneficiada nesta iniciativa pela envolvência do espaço ao ar livre.


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Título: Do outro lado do quadro

Teresa Dulce da Cunha Gomes, professora bibliotecária

Agrupamento de Escolas de Rio Tinto

 

Público-Alvo: 1º ciclo

 

Descrição:

Na biblioteca escolar é dinamizada uma sessão sobre a evolução da Arte ao longo dos tempos, especificamente sobre a pintura, orientada pela professora bibliotecária.
-Recorrendo ao livro “Do outro lado do Quadro” é apresentada aos alunos uma sugestão de trabalho: escreverem história sobre uma das obras. Individualmente ou em grupo os alunos imaginam acontecimentos que justifiquem as pinturas estudadas, como se o processo fosse inverso e de ilustrações se tratassem.
-A equipa da Biblioteca Escolar reproduz as pinturas selecionadas, recriando nas escolas galerias de arte.
- Divulgação dos textos elaborados pelos alunos:
• Expô-los ao lado da respetiva pintura, depois de datilografados pelos alunos (opção utilizada nos primeiros anos desta atividade).
• Elaboração de e-books, de forma colaborativa, recorrendo ao programa Storyjumper (opção utilizada este ano letivo, devido às limitações de exposição decorrentes da pandemia e do confinamento, tendo parte do processo decorrido durante o E@D).
- Divulgação dos e-books no blogue da Biblioteca Escolar.

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